quarta-feira, 22 de setembro de 2010

EXERCICIO DA CIDADANIA

O sentido da palavra "CIDADÃO" deveria nos levar a um exercicio de reflexão sobre a abrangência da expressão. Historicamente diz-se que a mesma deveria ser melhor vivenciada do que pronunciada pela coletividade. O entendimento e a viência em sua plenitude , certamente nos elvaria a ter melhoress possibildiades apra contriubuir com a nação - haveria mais justiça e consequentemente melhoria a qualidade de vida da população de um modo geral, sem discernimentos e pricipalmente diminuindo a classificação de classes sociais. Porém, vivenciamos outra realidade, onde a teoria nao acompanha par e passo a prática. Há um vácuo entre SER cidadão e ESTAR cidadãoa. Deveriamos estar permanentemente imbuidos deste propósito.
"Ser cidadão" é saber viver em sociedade, estando ciente dos anseios comuns. É participar ativamente das decisões de sua comunidade, influenciar modos de vida de maneira positiva ao seu redor, exercer os direitos constitucionais adquiridos e lutar pelos que virão. É preservar o meio ambiente, a natureza, os animais, os seus semelhantes, os opostos. É ser solidário, é ser político, é ser flexível, decidido e, sobretudo, estar consciente de todas as atitudes tomadas em prol da sociedade. Com um pequeno gesto, conseguimos demonstrar responsabilidade nesse contexto social, fazendo a nossa parte, contribuindo intensamente para o crescimento coletivo.

Porém, "estar cidadão" é não praticar o exercício da cidadania em nenhuma de suas formas. É apenas se deixar levar pelos acontecimentos e, ainda, reclamar das situações vividas, sem nada fazer para mudar. "

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

auto estima (Ivone Brito)

“Amai ao seu próximo como a ti mesmo”


É importante percebermos que em nosso interior reside algo que vai além do consciente. Chamar de Eu superior, de EGO ou qualquer coisa semelhante faz nos reconhecer que há algo que transcende e que nos dá uma direção e até mesmo nos encoraja em determinados momentos. É o que nos ajudar a crer em nós mesmos, sabendo perdoar e amar na mesma dimensão.
Assim, creio que nossa limitação muitas vezes advém da falta de controle deste Eu Superior. È como se nossos obstáculos, nossas dificuldades e medos ficassem presos a emoções ou a falta de estima.
Por vezes não somos capazes de perceber o que há em nosso interior, não acreditamos em nossas capacidades, nos limitamos a sentir um fracasso, uma falta de credibilidade em nós mesmos. È como se nos afastássemos aos poucos de nós mesmos. O Eu interior e o Eu Superior. Entendamos assim o nosso Eu superior como o criador de pensamentos altruístas e otimistas. O EU interior como o limitador. Criamos um conflito. Geramos a baixa estima. Aprendamos a ouvir nosso Eu superior, sua sutileza em nos direcionar a novo comportamento.Como abrir um caminho numa floresta em busca de flores e não apenas temer o obscuro do seio da floresta.
Assim a auto estima consistirá em estar mais próximos de nós mesmos, observar nossa rotina, verificar e entender nossos silêncios, ficar só consigo mesmo e buscar nosso conteúdo para melhorarmos a cada instante


“Rubem Alves em trecho de um livro, diz algo como: ...” o paraíso mora dentro dos olhos. Se os olhos forem maus o mundo será sinistro, se forem bons o mundo será belo..”

Auto estima pressupõe olharmos sempre para dentro de nós mesmos. E de preferência com os olhos da fé, da perseverança, do amor incondicional. Crê em suas capacidades e avaliar suas limitações.

domingo, 12 de setembro de 2010

UM OLHAR PARA O HORIZONTE

CIDADANIA II

O problema da desigualdade é um componente histórico-estrutural, que perfaz a própria dinâmica da resistência e da mudança, pois, o capitalismo representa uma sociedade de discriminação. O que se quer são formas mais democráticas, políticas sociais que reduzam o espectro da desigualdade e da desconcentração de renda e poder. O Estado pode ser um equalizador de oportunidades, desde que defina, não o seu tamanho ou presença, mas a quem serve.

sábado, 11 de setembro de 2010

INTELIGENCIA EMOCIONAL

Em cenários de grande competitividade, é importante saber aliar a competência técnica à inteligência emocional. Em outras palavras, a estabilidade e a ascenção profissional não dependem apenas do conhecimento intelectual, mas também da capacidade da pessoa de lidar consigo mesmo e com os outros

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SEJA VOLUNTÁRIO

O trabalho voluntário é uma ação de qualidade, exercida com prazer, visando uma solução que não precisa ser necessariamente grande, mas precisa ser eficiente. É a somatória desses êxitos que fará a diferença na comunidade.
Todos podem ser voluntários, pois é uma experiência aberta a todos. Não é só quem é "especialista" em alguma coisa que pode ser voluntário. Muito pelo contrário, todos podem contribuir a partir da idéia de que o que cada um faz bem pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil. Muitos profissionais preferem colaborar em áreas fora de sua competência específica exatamente para se abrir a novas experiências e vivências.